ㅤbefore you interact:ㅤㅤé importante saber que os plots dessa personagem segue violência explícita, conteúdo obscuro, temas delicados e muitos outros. Não se esqueça de que a personagem é CEGA.

ㅤDISCLAIMER :ㅤ Off + 20 e a personagem também. Segue a linha de real life, mas estou aberta a interagir com qualquer segmento.


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hobbies
herbalism, dancing and painting
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whistling and biting fingernails
  • ㅤnameㅤ Winter Ashby Sutton

  • nickcnameㅤWinnie, Ellie, Win.

  • ㅤpronounsㅤ she/her

  • ㅤbirthdayㅤ December, 24

  • ㅤageㅤㅤ 19

  • ㅤzodiacㅤ capricorn

  • ㅤmbtiㅤ ENFJ

  • ㅤblood typeㅤㅤO-

  • ㅤheightㅤ 1'60

  • ㅤhair colorㅤ blonde

  • ㅤeye colorㅤㅤblue

  • ㅤoccupationㅤ ballerina

Um mundo de comparação
Desde muito nova, Winter cresceu em um ambiente onde comparações eram parte constante de sua vida. Margot, sua mãe, nunca hesitou em exaltar as qualidades de Arion, sua filha mais velha, seja em suas apresentações de balé ou na disciplina e dedicação que demonstrava em cada aspecto de sua vida. Para Winter, essas comparações eram sufocantes, um lembrete constante de que, aos olhos de sua mãe, ela nunca seria boa o suficiente. A patinação no gelo e a música tornaram-se os refúgios de Winter, os espaços onde ela podia expressar sua individualidade longe da sombra de sua irmã. Griffin, seu pai, via a luta interna de sua filha mais nova e, diferentemente de Margot, não a pressionava para seguir os passos de Arion. Ele a incentivava a encontrar sua própria voz e paixão, oferecendo o apoio emocional que ela tanto precisava, algo que Winter nunca esqueceu.
Adaptação e Superação
O acidente que mudou drasticamente a vida de Winter aconteceu em uma noite chuvosa, quando ela e Griffin estavam voltando de uma apresentação de balé. O impacto foi brutal, e os segundos que se seguiram pareciam uma eternidade. O som de metal se retorcendo, vidros quebrando e o grito desesperado de seu pai ecoaram em sua mente, tornando-se lembranças assombrosas. Winter se lembra da escuridão que lentamente tomou conta de sua visão, a dor excruciante que dominou seu corpo, e a voz de Griffin, sussurrando palavras de conforto, que foram a última coisa que ouviu antes de tudo se apagar. Quando acordou no hospital, Winter descobriu que sua vida havia mudado para sempre. A perda de visão foi devastadora, mas a morte de Griffin, seu maior aliado, foi um golpe ainda mais profundo. Margot, incapaz de lidar com sua própria dor, tornou-se fria e distante, tratando Winter como se sua cegueira fosse uma falha imperdoável, uma fraqueza que refletia mal sobre ela. Esse tratamento distante e cruel apenas intensificou o sofrimento de Winter, que, já lidando com a perda de seu pai, agora precisava enfrentar um mundo onde tudo era novo e assustador.
Além da cegueira, ela desenvolveu síndrome do pânico e estresse pós-traumático, sofrendo frequentemente com ataques de ansiedade e pesadelos que a transportavam de volta àquele momento trágico. A sensação de impotência, o som dos metais se chocando e a lembrança da perda de seu pai, Griffin, são constantemente revividos em sua mente, assombrando seus dias e noites. A resposta de sua mãe, Margot, a esses traumas foi de frieza e crueldade. Incapaz de lidar com a nova realidade de sua filha e projetando sua própria dor de maneira destrutiva, Margot começou a humilhar Winter por sua ansiedade e estresse pós-traumático. Para Margot, essas condições eram sinais de fraqueza, algo que não combinava com a imagem de perfeição e sucesso que ela tanto prezava para sua família. Cada vez que Winter mostrava sinais de medo ou vulnerabilidade, Margot a depreciava, reforçando a sensação de inadequação que Winter já sentia.
A busca por identidade
Durante a adolescência, Winter enfrentou uma série de desafios, tanto físicos quanto emocionais. Ela frequentava sessões intensas de fisioterapia e treinamentos de mobilidade, onde aprendeu a usar a bengala, o sistema de Braille, e como se locomover com segurança em ambientes desconhecidos. Nesse ambiente, Winter conheceu outros jovens com deficiências visuais, muitos dos quais lutavam com sentimentos de raiva e frustração. Contudo, Winter, determinada a não deixar que sua cegueira a definisse, via cada pequena conquista como um passo em direção a uma nova independência.
No ensino médio, Winter foi confrontada com a dificuldade de equilibrar sua vida de atleta com as exigências acadêmicas. Em sua escola, ela era frequentemente tratada com pena ou com um excesso de cuidado, o que a irritava profundamente. Winter desenvolveu uma postura firme e assertiva, recusando ajuda a menos que fosse absolutamente necessária. Essa atitude a afastou de muitos colegas, mas também atraiu aqueles que viam além de sua deficiência, formando um círculo de amigos que a respeitavam por sua força e determinação.
A música tornou-se um refúgio ainda maior para Winter, especialmente o piano. Ela começou a compor suas próprias peças, criando melodias que refletiam suas emoções mais profundas. O piano era sua forma de comunicar o que as palavras não podiam expressar, e sua música, uma mistura de clássico e moderno, rapidamente chamou a atenção, destacando-se por sua complexidade e sensibilidade.
A faculdade
Ingressar na Universidade de Meridian foi mais do que um feito acadêmico; foi a prova de que Winter poderia superar qualquer obstáculo. Cursar dança foi uma maneira de se conectar com o legado de seu pai, que sempre acreditou na importância da beleza e da justiça. Winter se destacou, não só por suas habilidades acadêmicas, mas por sua liderança em projetos de acessibilidade e inclusão no campus. Ela se tornou uma voz influente, defendendo os direitos de estudantes com deficiência e promovendo uma maior conscientização sobre as barreiras que eles enfrentam.
Além dos estudos, começou a explorar novas formas de expressão artística. Ela se interessou por esculturas táteis, criações que permitiam que pessoas cegas ou com deficiência visual experimentassem a arte através do toque. Suas obras rapidamente ganharam notoriedade, sendo exibidas em galerias locais e elogiadas por críticos de arte.
Mikhail e Moose
Mikhail, seu fiel labrador, que a acompanhou por anos, está envelhecendo. Com o passar do tempo, ele se tornou uma figura ainda mais importante em sua vida, representando a estabilidade e o conforto em meio a tantas mudanças. No entanto, ciente de que Mikhail não poderia estar ao seu lado para sempre, Winter decidiu adotar um novo companheiro: um cachorro da raça Dachshund, a quem deu o nome de Moose.
Moose é cheio de energia e personalidade, trazendo uma nova dinâmica para a vida de Winter. Enquanto Mikhail ainda desempenha um papel crucial como seu cão-guia, Moose está sendo treinado para, eventualmente, assumir algumas de suas funções.
Thunder Bay e os cavaleiros
Thunder Bay, a cidade onde Winter Sutton passou sua infância e parte da adolescência, é um lugar repleto de memórias significativas. Entre as mais marcantes estão suas lembranças dos Cavaleiros—Kai, Damon, Will e Michael—figuras enigmáticas que deixaram uma impressão duradoura em sua mente. Eles eram conhecidos na cidade por sua aura de mistério e poder, atraindo a curiosidade e, por vezes, o medo dos outros. Mesmo que Winter não estivesse diretamente envolvida com eles, a presença dos Cavaleiros em Thunder Bay representava para ela uma era de sua vida onde tudo parecia simultaneamente excitante e perigoso. Essas memórias, associadas a Thunder Bay, permanecem vivas em sua mente, servindo como um lembrete constante de suas raízes e das sombras que marcaram sua juventude.